Quero olhar-te no castanho e dizer-te o que é preciso. E diria, se não pesassem as consequências.
Eu sei que tu sabes o que eu te quero dizer. No fundo, quero que leias isto e saibas que é para ti, quero que sintas as letras, as palavras, as frases e as entre-linhas. Na minha sincera opinião, não compreendo a natureza de certos momentos. Sei apenas que são bons. São muito bons. Mas parece que falta algo. Ou que tem algo a mais. Talvez sejam para ser assim mesmo, com aquela amarga pitada de incerteza e nervosismo, para cortar o forte sabor do resto das emoções. E infelizmente, como a cozinha moderna implica, todas as refeições que queiram ter o prazer de se adjectivarem saborosas e requintadas têm que vir em pequenas quantidades. É verdade que o que é demais enjoa, não o nego. Mas o que é a menos magoa. A verdade é essa e ninguém a diz, e para quem tem o estomago tão mal habituado como o meu, mais falta tu me fazes.
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