Vitimas da ganância, vitimas do poder.
Aquelas pessoas não eram soldados.
Agonizaram na escuridão. Presas.
Enquanto mais acima o fogo satisfazia seus apetites.
Rostos comprimidos contra as paredes que os aprisionavam.
A esgravatar a terra gélida até que esta se tornou insuportavelmente quente.
E quando nada mais restou para ser respirado nas trevas, elas morreram.
Morreram à mão de quem enche os bolsos, de quem sorri na sombra da noite,
De quem de ouro cobre os seus dias.
Hoje a história repete-se, tal como uma arma automática.
Eram 8 da manhã - O pequeno Zahid abandona a sua casa para ir aprender.
É de imediato coberto por escuras nuvens de destruição.
Chovem fogo e morte dos céus tenebrosos, morre um inocente.
E porquê?
Porque o homem gordo da cadeira de ouro quis mais uma joia no seu infindável mar de riquezas.
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