Sou inconstante,
Constante e bastante,
Não sei ser um,
Nem sei ser nenhum.
Do baço vidro deliro,
Olho e admiro,
Com tanto pensar,
Que não tarda pesar.
Estúpido feliz,
Pois ser estúpido não é o que se diz,
É ter a noção e ignorar,
E ai o estúpido, ninguém pode culpar.
Estupidifiquem-me então!
Tornem duro meu coração,
Vandalizem-me a inteligência,
Pois suga-me a essência.
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