A dor do só faz turvo o que é claro.
Não tenho nada a acrescentar. Ciao.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Gourmet
Quero olhar-te no castanho e dizer-te o que é preciso. E diria, se não pesassem as consequências.
Eu sei que tu sabes o que eu te quero dizer. No fundo, quero que leias isto e saibas que é para ti, quero que sintas as letras, as palavras, as frases e as entre-linhas. Na minha sincera opinião, não compreendo a natureza de certos momentos. Sei apenas que são bons. São muito bons. Mas parece que falta algo. Ou que tem algo a mais. Talvez sejam para ser assim mesmo, com aquela amarga pitada de incerteza e nervosismo, para cortar o forte sabor do resto das emoções. E infelizmente, como a cozinha moderna implica, todas as refeições que queiram ter o prazer de se adjectivarem saborosas e requintadas têm que vir em pequenas quantidades. É verdade que o que é demais enjoa, não o nego. Mas o que é a menos magoa. A verdade é essa e ninguém a diz, e para quem tem o estomago tão mal habituado como o meu, mais falta tu me fazes.
Eu sei que tu sabes o que eu te quero dizer. No fundo, quero que leias isto e saibas que é para ti, quero que sintas as letras, as palavras, as frases e as entre-linhas. Na minha sincera opinião, não compreendo a natureza de certos momentos. Sei apenas que são bons. São muito bons. Mas parece que falta algo. Ou que tem algo a mais. Talvez sejam para ser assim mesmo, com aquela amarga pitada de incerteza e nervosismo, para cortar o forte sabor do resto das emoções. E infelizmente, como a cozinha moderna implica, todas as refeições que queiram ter o prazer de se adjectivarem saborosas e requintadas têm que vir em pequenas quantidades. É verdade que o que é demais enjoa, não o nego. Mas o que é a menos magoa. A verdade é essa e ninguém a diz, e para quem tem o estomago tão mal habituado como o meu, mais falta tu me fazes.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Obtusidade
Sinto-me cansado, no entanto parece-me o momento ideal para escrever.
O que és tu, que me invades o pensamento e me obrigas a expressar o que me vai na alma?
Não tenho vontade de partilhar este texto com outros. Mas sinto a necessidade de o escrever e de não o guardar para mim. Pois este escrito é pesado, e para fazer peso já tenho que me chegue.
Infelizmente, não sou pessoa para dar certezas, pois estas acarretam riscos demais. Talvez riscos que tenham que ser tomados, mas seja como for, pareço preferir a incerteza que a desilusão. Não me posso esquecer, no entanto, que pode não ser desilusão o que me espera.
Está na hora do tudo ou nada.
O que és tu, que me invades o pensamento e me obrigas a expressar o que me vai na alma?
Não tenho vontade de partilhar este texto com outros. Mas sinto a necessidade de o escrever e de não o guardar para mim. Pois este escrito é pesado, e para fazer peso já tenho que me chegue.
Infelizmente, não sou pessoa para dar certezas, pois estas acarretam riscos demais. Talvez riscos que tenham que ser tomados, mas seja como for, pareço preferir a incerteza que a desilusão. Não me posso esquecer, no entanto, que pode não ser desilusão o que me espera.
Está na hora do tudo ou nada.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Think
Este mundo é um sitio sem sentido. De modo que, para ser habitável, os seus habitantes têm que abdicar da sua vida. Dizem-me então que nascemos para trabalhar sem parar ou para passar fome?
Cada vez mais aparenta ser essa a realidade, no entanto, quero rejeitar que seja essa a única solução. Aliás, esta situação aumenta gradualmente de dimensões e ameaça atingir um grau sem solução. A verdade é que não existe de facto, alguma coisa que alguém possa fazer. Mas pode-se deixar de fazer. Parece escapar a muitos que o não fazer nada pode ser o maior acto possivel. O ser humano leva um modo de vida berrante, exagerado e contrastado, desde o homem que trabalha 14 horas por dia até ao que morre de fome noutro canto do mundo. Mas não é do facto de trabalharem ou morrerem à fome de que falo. Falo do que causa essas circunstâncias. Falo dos automóveis, dos arranha-céus e doutras inuteís obras de engenharia moderna ou até do mais simples telemóvel. Claro que oferecem vantagens para além das contáveis com os dedos mas o que nos tiram? Tiram vidas, pois viver não é apenas ter um coração que bate, viver é conseguir gozar num dado momento o simples facto de estar vivo. Isto já não existe. É rara a pessoa que pode honestamente afirmar que tem oportunidade de fazer isto pelo menos uma vez por dia. Em função daquelas vantagens supramencionadas surgem estas desvantagens. No fundo todos concordam que talvez não valha a pena. Mas ninguém abdica dessas pequenas vantagens.
Porquê? Têm medo de viver?
It's getting way too late
Cada vez mais aparenta ser essa a realidade, no entanto, quero rejeitar que seja essa a única solução. Aliás, esta situação aumenta gradualmente de dimensões e ameaça atingir um grau sem solução. A verdade é que não existe de facto, alguma coisa que alguém possa fazer. Mas pode-se deixar de fazer. Parece escapar a muitos que o não fazer nada pode ser o maior acto possivel. O ser humano leva um modo de vida berrante, exagerado e contrastado, desde o homem que trabalha 14 horas por dia até ao que morre de fome noutro canto do mundo. Mas não é do facto de trabalharem ou morrerem à fome de que falo. Falo do que causa essas circunstâncias. Falo dos automóveis, dos arranha-céus e doutras inuteís obras de engenharia moderna ou até do mais simples telemóvel. Claro que oferecem vantagens para além das contáveis com os dedos mas o que nos tiram? Tiram vidas, pois viver não é apenas ter um coração que bate, viver é conseguir gozar num dado momento o simples facto de estar vivo. Isto já não existe. É rara a pessoa que pode honestamente afirmar que tem oportunidade de fazer isto pelo menos uma vez por dia. Em função daquelas vantagens supramencionadas surgem estas desvantagens. No fundo todos concordam que talvez não valha a pena. Mas ninguém abdica dessas pequenas vantagens.
Porquê? Têm medo de viver?
It's getting way too late
sábado, 15 de maio de 2010
17/21/5/5/14
Companionless sleep as everyday's night,
Anguished and nothingfull dreams, years come by as odd nightmares drain my youth
For it is not night or day. It's me, the ever.
Searching for other twisted mate to entrust such blaze and outcast such deep blue yell.
To be one.
Loneliness is only pure violence and evil.
I'll give you a clue;
1976
Anguished and nothingfull dreams, years come by as odd nightmares drain my youth
For it is not night or day. It's me, the ever.
Searching for other twisted mate to entrust such blaze and outcast such deep blue yell.
To be one.
Loneliness is only pure violence and evil.
I'll give you a clue;
1976
quinta-feira, 6 de maio de 2010
When a Blind man Cries
"If you're leaving close the door.
I'm not expecting people anymore.
Hear me grieving, I'm lying on the floor.
Whether I'm drunk or dead I really ain't too sure.
I'm a blind man, I'm a blind man and my world is pale.
When a blind man cries, Lord, you know there ain't no sadder tale.
Had a friend once in a room,
Had a good time but it ended much too soon.
In a cold month in that room
We found a reason for the things we had to do.
I'm a blind man, I'm a blind man, now my room is cold.
When a blind man cries, Lord, you know he feels it from his soul."
I'm not expecting people anymore.
Hear me grieving, I'm lying on the floor.
Whether I'm drunk or dead I really ain't too sure.
I'm a blind man, I'm a blind man and my world is pale.
When a blind man cries, Lord, you know there ain't no sadder tale.
Had a friend once in a room,
Had a good time but it ended much too soon.
In a cold month in that room
We found a reason for the things we had to do.
I'm a blind man, I'm a blind man, now my room is cold.
When a blind man cries, Lord, you know he feels it from his soul."
When a blind man cries by Deep Purple
It just means too much for me.
It just means too much for me.
domingo, 2 de maio de 2010
Dia da Mãe
Queria escrever algo perfeito. No entanto cada vez que verifico o ecrã não gosto do que vejo e apago. Apago e não percebo porque não me saem as palavras que quero, que mais se adequam á situação.
Depois de um longo periodo de meditação sobre o assunto cheguei á conclusão que não consigo escrever algo perfeito. Não existem palavras para isso. Queria puder dizer-te com as mais belas palavras que te agradeço imenso por tudo o que fizeste por mim, que, embora eu não o demonstre, tenho uma enorme consideração pelo esforço que empenhas em ser mãe. Prometo que para o ano invento as tais palavras perfeitas e dou-te as de presente.
Um dia devolvo-te o mundo que me deste;
Feliz dia da mãe.
Depois de um longo periodo de meditação sobre o assunto cheguei á conclusão que não consigo escrever algo perfeito. Não existem palavras para isso. Queria puder dizer-te com as mais belas palavras que te agradeço imenso por tudo o que fizeste por mim, que, embora eu não o demonstre, tenho uma enorme consideração pelo esforço que empenhas em ser mãe. Prometo que para o ano invento as tais palavras perfeitas e dou-te as de presente.
Um dia devolvo-te o mundo que me deste;
Feliz dia da mãe.
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